Música: Emilio Victtor

Emílio Victtor, compositor, cantor e violonista é natural de Perdões, Sul de Minas. Iniciou seus estudos, ainda jovem, em sua terra natal, aprimorando seus conhecimentos em Belo Horizonte, onde mora desde 1994.

Estudou violão clássico com o professor Ricardo Horta, violão popular com o professor Celso Moreira, técnica vocal com o tenor Francisco Simal e canto lírico com a soprano Neide Ziviani.


Data: 26 de Agosto de 2010, 20:30hs
Local: Auditório do Conservatório de Pouso Alegre
Entrada Franca

Emílio Victtor, compositor, cantor e violonista é natural de Perdões, Sul de Minas. Iniciou seus estudos, ainda jovem, em sua terra natal, aprimorando seus conhecimentos em Belo Horizonte, onde mora desde 1994. Estudou violão clássico com o professor Ricardo Horta, violão popular com o professor Celso Moreira, técnica vocal com o tenor Francisco Simal e canto lírico com a soprano Neide Ziviani. Participou, também, do curso intensivo de harmonia com o professor (húngaro) Ian Guest.

Em 1998, sob a direção musical de José Dias Guimarães (ex-baixista do extinto Grupo Raízes), lançou seu primeiro CD: "Vou.", uma produção independente, gravado em Belo Horizonte, com um total de dez canções. Além de oito canções inéditas, como Caminho das Pedras (Ricardo Horta) e Rio Grande (Nelsinho Bernardes/Arlindo Guimarães), apresenta duas regravações: Equatorial (Lô Borges/Beto Guedes/Márcio Borges) e Água (Celso Adolfo), na qual o compositor faz uma participação especial, tocando viola de dez cordas e violão.
Emílio Victtor percorreu quase todo Estado de Minas, cidades de São Paulo e Rio Grande do Sul, apresentando-se em Universidades, casas de shows, clubes e bares. Realizou, em 2000, uma turnê por dez cidades do Chile. Ele acaba de gravar seu mais recente trabalho, intitulado "Coisas Daqui". O CD traz composições próprias (letra e música), parcerias (letras Emílio/músicas Marcelo Taynara), também, outras canções cuidadosamente selecionadas, além das releituras: Folia (Lourenço Baeta/Xico Chaves), um clássico do Grupo Boca Livre, Feitiço (Kico Zamarian/Veca Avellar) faixa esta, na qual, Emílio divide os vocais com Claudio Nucci, Abelha (Oscar Neves/ Danilo Pereira), Esperança passarim (Sérgio Ramos). Destaque no CD, a música “Óia o Chico” (Emílio Victtor) abriu as portas para um importante projeto de educação e preservação da natureza.
Em fevereiro de 2007, Emílio Victtor participou da expedição “Navegando para educar e revitalizar”, promovida pela ONG Centro pra a conservação da natureza de Minas Gerais (CCNMG) a bordo do barco Safra Aliey. Juntamente com o ambientalista Henrique Cavalcanti, o cantor navegou um trecho de aproximadamente 550 km pelo rio São Francisco, indo de Pirapora até a cidade de Manga, levando sua música e a mensagem de “Óia o Chico” à população de 14 cidades ribeirinhas, apresentando-se em escolas e praças públicas de cada cidade.
Em março de 2008, Emílio Victtor volta a sua terra natal para passar um período no sítio da família. Tempo suficiente para compor as novas músicas do próximo cd. Também neste período, montou uma escolinha de canto “Técnica vocal ”, onde passa tudo seu conhecimento para uma nova geração Perdoense. Em junho de 2008, teve uma letra (Almanaque net) musicada e gravada pelo artista mineiro e amigo, Maurício Tizumba. 
Participou do cd "Pilão Marcado" dividindo os vocais na faixa "Bela" (Marcelo Taynara/Tony Gray Cavalheiro) Com uma voz marcante (barítono) e um timbre privilegiado, Emílio Victtor dá um toque pessoal a suas apresentações. A reunião deste talento mineiro com o estudo laborioso do melhor da música brasileira resultou no show "Coisas Daqui", no qual, com extrema harmonia e delicadeza, apresenta suas criações e recria composições de vários autores em uma interpretação singular. O show, em suas sutilezas, afaga e embala o público.


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